quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Festas boas e Boas Festas!

Essa é pra lembrar de algumas pessoas marcantes e que já se foram para outras bandas: Toco, Tião, Zé Curimba, Bertinho, Vó Maria, Madinha, o vô Maurício e tantos outros. A música de Dom (da dupla Dom e Ravel), gravada pelos Incríveis em 1969, era trilha sonora obrigatória nas festas da família, animadas pelo Mia, Olégas, Felão , Nenê, Gui, Bill e Dadau. O sucesso e a letra coincidiram com o casamento do Zé Curimba com a Creuza (que foram morar no sítio do seu Maurício, na Reta A-1) e o refrão dava a impressão de que era o meu avô dando ordens para organizar a festa. O Tião Silva (da Papelaria) vibrava levantando um copo de cerveja quando seu nome era citado: “Sela meu burro Zé, vai convidar Tião”. Quem sempre lembrava dessa música era o meu pai (Toco), que achava muito engraçado ver o meu avô (muito pão duro) ter que vender os bois para pagar a festa de casamento. Lembrava e logo pedia pra gente cantar esse rock-forrozinho maravilhoso e inesquecível.

Abraços e muita luz pra todos você aí, do lado de lá!

VENDI OS BOIS - OS INCRIVEIS

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Folias Epitacianas nos Anos 70

Joãozinho Português, como Rei Momo, e sua bela Côrte no carnaval de rua


Foliões no salão da Associação Atlética Epitaciana

Somos da época em que carnaval de clube era coisa sagrada, quero dizer: quase sagrada...
Era diversão certa tanto para as crianças como para os adultos. Para os jovens solteiros, então, tudo isso que falamos pode ser triplicado por mil.

As matinês eram muito curtas e rápidas, como se fosse de propósito, para inocular em nossas mentes pequenas o desejo de nos tornar futuros foliões. Com dez ou onze anos a gente já começava a mostrar as manguinhas e ensaiar algumas horas nos bailes noturnos, acompanhados dos pais, até que surgisse um comissário de menores para sugerir a nossa retirada do salão. Isso acontecia geralmente na A. A. Epitaciana.

Não cheguei a freqüentar o carnaval em Tibiriçá, a não ser uma ou duas matinês, entre 1965 e 67. Dizem que era muito bom.

Em Epitácio a chegada do carnaval era sempre uma época especial. Depois de garantidos os ingressos e combinar o encontro com os colegas, era hora de comprar roupas leves da moda no Magazine Celes ou nas Casas Karazawa, um tênis ou sandalhinha na sapataria da Cida.

Aí, sim, partíamos para o clube e aguardávamos com muita ansiedade o toque de abertura – "Pará, pará, pará, pará, parararararará!!!!"

O mesmo rolava da Filarmônica. A frequência nos clubes eram mais uma era questão de gosto ou amizade.

As bandinhas de animação eram formadas por componentes de Epitácio ou então de alguma cidade próxima. Os músicos que me lembro mais eram: Miruca, Irineu, maestro Francisco de Assis, Brás, Zé Fininho, João, Chinha, Castilho, Matateo e o Hélio Baterista. As marchinhas eram as mesmas de sempre, com destaque para “Mamãe eu quero mamar”, “Jardineira”, Coração corintiano” e “Cabeleira do Zezé”.

Confete e serpentina aos quilos no salão, cerveja e refrigerante de garrafa (sodinha, guaraná antártica normal ou caçulinha) , tudo conservado em tambor de zinco, pedras de gelo e pó-de-serra. Fichas no Bar. Não tinha copo de plástico. Outras bebidas e acessórios , só para quem tinha mesas reservadas: whisky com gelo de água de coco, cuba libre, amendoim; sanduíches de patê ou presunto nos intervalos.

Lança-perfume já estava proibido. Era carnaval, mas o regime no País era ditadura militar. Algumas brigas, a turma do deixa pra lá, rivalidades políticas: “Disseram que a água lava tudo, a água só não lava as mágoas do meu coração”, cantava o Hermes Martins, lembrando uma certa disputa eleitoral que dividiu a cidade em 1972.

De resto era tudo uma maravilha: amigos reunidos em blocos uniformizados, cantando e pulando para tudo se acabar na quarta-feira. E tudo ia acabar mesmo numa grande canja de galinha no Finambar do seu Russo, depois Bar do Toco e Espanhol.


Bloco de jovens na Epitaciana



Bloco descansando durante o intervalo na Epitaciana

O mesmo bloco se apresentando na Sociedade Filarmônica 27 de Março


Fotos: Seminha e João Português

Concurso de Marchinhas e Fantasias no Cinema









Fotos: Joãozinho Português

sábado, 23 de julho de 2011

Agente era feliz e não sabia (Acho que sabia , sim!)


Recebemos essa fotografia e não tivemos condições de identificar todas as pessoas. Esse esforço foi feito pela Mia com ajuda da minha mãe, dona Jaci. Segundo eles, os habitantes são de Tibiriçá, saboreando uma tubaína num típico dia de calor.

Essa maravilha da simplicidade deu a essas pessoas uma infância que não é mais possível entre os seus descendentes e que seriam criados no “conforto” e na “higiene” ou frescuras das décadas seguintes. Tudo isso destruiu completamente essa inocência e felicidade que marcou as gerações até os anos 70. Depois disso o mundo nunca mais foi o mesmo, ou seja, normal.

Mas vamos ao povo do Porto Tibiriçá.

"Tia Duduca (Almerinda Dunke) e tia Ester (Esmeralda), filhas do Sr. Carlos dos Santos, com o copo na mão na varanda à direita.

Dona Justina, esposa do tio Chiquinho (Francisco Xavier, irmão de Genésio e Maurício Xavier) com o Cido Canela no colo, à esquerda.

No centro, em baixo, a “bugrinha” Dagmar Dunke com o seu irmão Gordo (Celmar), de chupeta e o Celso Dunke (Colô ou Colorido) no ombro esquerdo.

Mais à direita da Dagmar, a Juraci filha do Tio Chiquinho e ainda tem o Mitain (futuro craque do futebol epitaciano e boliviano), atrás do bebê de colo do cara loiro (?); e abaixo à direita, depois do primeiro moleque , está o Carlinhos Gotardi, irmão do Mitaim.

E vai por aí...rs"

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A Turma de Olaria em Epitácio

Foto 1 -A turma de Olaria posa em Presidente Epitácio/SP, à margem do Rio Paraná, divisa com o atual Mato Grosso do Sul, ao embarcar na balsa com destino a Guaira/PR, local onde existiam as "Sete Quedas ", depois encobertas pelo lago da hidrelétrica de Itaipu.


Como rota de passagem obrigatória para quem buscava o norte e sul do então único estado de Mato Grosso, Presidente Epitácio sempre recebia viajantes de todos os tipos e destinos. A década de 1970 foi o longo período dos mochileiros, jovens vindos de todos os lugares, inclusive do exterior , tentando chegar ao Paraguai ou na Bolívia. Essas regiões eram nessa época muito cobiçadas pelos turistas por causa do livre comércio de produtos importados, verdadeiros ícones de consumo: calças e jaquetas Lee, whiskies, cigarros e artigos de couro.

Essa turma, que veio de Olaria, Rio de janeiro, era composta de universitários ligados à Igreja Católica e entre eles aparecem alguns moradores epitacianos encarregados pelo Padre Olívio Reato de recepcioná-los antes que partissem para Foz do Iguaçu. A foto foi feita sobre uma chata em julho de 1969, período de forte repressão do regime militar. Nesse momento em Epitácio estava acontecendo o conflito entre posseiros e fazendeiros na região do Campinal (ver as postagens sobre o assunto), o que gerou a suspeita e boatos de que eles tivessem algum tipo de ligação com os grupos de luta armada.

Assim como as legendas das fotos , esses comentários extraídos do blog Turma de Olaria ( do fotógrafo Guina Ramos) talvez esclareça um pouco dessa história.




Adorei a idéia do blog, mas creio que não sou eu nesta foto. Como nos dividimos em grupos, fiquei eu, o Paulo Anás e Gracinha (aposto que ninguém se lembra dela) desgarrados dos demais. Conseguimos uma carona direta e não paramos em Presidente Prudente. Daí fomos os primeiros a chegar em Presidente Epitácio(PE). O padre não nos recebeu pessoalmente, mas mandou uma pessoa nos entregar a chave de sua casa. Ficamos nós sozinhos em PE sem saber o que havia ocorrido com vcs e um tanto assustados (na época não havia celulares). Os tempos eram sombrios e nossa presença na cidade era vista com desconfiança. Havia problemas contra os camponeses e o padre apoiava o usocapião de terras por eles. Pois bem: correu boato que o padre "comunista" estava recebendo gente que iria se reunir aos camponeses em defesa de suas terras (seríamos nós, envolvidos em luta armada?). Eu, Paulo Anás e Gracinha sentimos um clima hostil e que éramos vigiados a cada instante. Decidimos então fingir que Gracinha namorava a mim e ao Paulo, os dois ao mesmo tempo e sem ciúmes e pertencíamos a uma "contracultura hyppie". Bem, a brincadeira foi útil e diminuiu a tensão, os olhares e vigias. Mas de outra feita eu e Paulo nos encantamos pela Gracinha e seu carinho conosco seus "namorados"de ocasião. Ao chegarmos de volta ao Rio foi grande a decepção quando conhecemos seu verdadeiro namorado. Que pena! Ele, ciumento, levou Gracinha embora do grupo...

Osvaldo


Foto 2 - Todos reconhecidos na foto, não restam dúvidas sobre a chata (mas, de qualquer modo, deixo lá as duas interrogações). Os demais, certamente, são "da terra" ou, no caso, "do rio"...

Aduzo mais uma pérola para a lenda que estamos a sacar do fundo do baú da história. Passada toda a aventura da barcaça + Foz + frio, fui a PRESIDENTE VENCESLAU com os padres da catedral de Presidente Prudente e... quem encontro? OLÍVIO! Residindo lá por diretiva do bispo. Perguntei a 1 dos padres da minha cidade se seria porque alguns populares de Epitácio estavam resmungando devido à pinguinha do Olívio ou se seria para protegê-lo da repressão- uma vez que ele levava comida aos camponeses que resistiam nas suas terras. O sacerdote não deu 1 resposta clara e, até hoje, não sei bem todos os detalhes do caso. Mas os lavradores resistiram até muito depois. Os militares não os atacaram. Porém, falta de amparo em seu labor (empréstimos, p. ex.) houve alguns que abandonaram seus terrenos. Não sei se ainda restam alguns lá...

Guina: um grande beijo no coração.

LONG LIVE PADRE OLÍVIO!

Bonilha



Encontro da Turma de Olaria em 2010


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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tibor Jablonsky e Stivan Faludi

Famílias húngaras da Colônia Árparde Falva, por Tibor Jablonsky e Stivan Faludi


Entre o final da década de 40 e início da década de 50 do século passado, o IBGE contratou os primeiros fotógrafos profissionais, três húngaros recém chegados ao Brasil – Tibor Jablonszky, Tomas Somlo e Istivan Faludi –, que passaram a integrar os grupos de pesquisa.

No cenário Pós-Segunda Guerra Mundial a migração internacional readquirira importância para a Europa. “Essa migração, porém, era de um tipo novo, agora de trabalhadores qualificados e profissionais”. Nesse período, grupos de profissionais liberais e técnicos especializados migraram para o Brasil, procedentes das principais cidades da Hungria. Essa leva de húngaros deixou o seu país supostamente por motivos ideológicos, muitos devido à estatização. Portanto, um bom número deles pertencia à camada mais abastada da sociedade húngara.

Entre tantos fotógrafos contratados pelo IBGE, a escolha de Tibor Jablonszky deveu-se ao fato de sua produção fotográfica reunir imagens da realidade física e social do país em sua amplitude espacial, incluindo o cotidiano da vida rural e urbana. Natural de Sarospatak, Hungria, chegou ao Brasil procedente de Copenhague, desembarcando no Porto do Rio de Janeiro, como turista, em 27 de maio de 1948.

Técnico de cinema, instrução secundária, ocupava-se em seu país de origem como Diretor de Filmes da Cia. Cinema da Hungria. Contratado como técnico de cinema pelo Conselho Nacional de Geografia, órgão do IBGE desde 01 de março de 1949, produziu cerca de 7 000 registros imagéticos, num total de 20 000 que constituem o Arquivo Fotográfico Ilustrativo dos Trabalhos Geográficos de Campo, conjunto cuja relevância, por si, justificaria estudos voltados para a temática da Memória Social, considerando-se que todo esse acervo ainda não foi objeto de trabalhos acadêmicos.

Afora sua considerável produção, Jablonszky exerceu importante papel, não apenas na construção da memória institucional, mas principalmente, por ter oferecido subsídios para aprofundar os estudos sobre o trabalho retratado sob as suas lentes. As imagens produzidas retratam diferentes temas representados, ainda, nas respectivas legendas. Estas nem sempre refletem a temática do trabalho, o que não significa que o fotógrafo tenha realizado tais imagens ignorando as expressões do trabalho e dos trabalhadores. Vale ressaltar, por oportuno, que as legendas eram feitas em outro momento, por geógrafos que dirigiam as excursões. Especificamente o período registrado por ele corresponde à chamada era do desenvolvimentismo brasileiro, com o surgimento de novas modalidades de trabalho e desaparecimento de outras.


A fotografia como fonte de informação e a memória do trabalho na Região Norte (1949-1968) - Vera Lucia Cortes Abrantes -Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/Programa de Pós-Graduação em Memória Social.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Jablonsky e os arquivos do IBGE

A Biblioteca do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (clique na imagem) está disponibilizando na internet o seu Arquivo Fotográfico Ilustrativo dos Trabalhos Geográficos de Campo. O arquivo, totalmente digitalizado, é composto por 8o mil imagens, a maioria feita pelo fotógrafo Tibor Jablonsky entre as décadas de 1950 e 1960. O acervo foi organizado por Antonio Teixeira Guerra e conta também com centenas mapas , livros e documentação territorial do Brasil , relatando a história dos eventos científicos do instituto. Entre as imagens encontramos fotografias das regiões da Alta Sorocabana e Alta Paulista, principalmente as que registram as transformações promovidas pelas atividades econômicas dauqela época: agricultura familiar, pecuária e o transporte fluvial de gado e madeira. Em Epitácio, como sempre, o que mais chamava a atenção dos fotógrafos, era a força e a expressividade da natureza, principalmente das matas e do rio Paraná, ambos fornecedores das riquezas da região. As cenas das cidades vizinhas não são diferentes e revelam o esforço humano para dominar a terra e a paisagem e deles extrair a sobrevivência. Na década de 1950 Presidente Prudente já era o centro urbano regional, destinado a atrair fornecedores e consumidores mais diversificados. Já as cidadaes menores eram as grandes promessas de desenvolvimento e prosperidade.

Cenas de Tibiriçá e Epitácio

Instalação da Petrobrás para pesquisa petrolífera em Presidente Epitácio




Ponto de travessia no antigo Porto Tibiriçá, do SNBP- Serviço de Navegação da Bacia do Prata


Porto Tibiriçá e Porto XV de Novembro


Barranca do antigo Porto de Presidente Epitácio

Casas da Colônia Arpade Falva




Entre sítios e cidades

Colheita de amendoim em Álvares Machado

Comboio de trem das EFS em Presidente Bernardes


Lavrador em Presidente Bernardes



Agência Estatística em Presidente Prudente

Casas de comércio do centro da cidade (Rua Nicolau Maffei) Presidente Prudente


Aspecto da rua Barão do Rio Branco em Presidente Prudente (SP)


Aspecto da Avenida Brasil em Presidente Prudente


Aspecto do comércio da rua Tenente Nicolau Maffei em Presidente Prudente (SP)


Armazém de cereais em Presidente Prudente (SP)

Visão panorâmica da cidade de Presidente Bernardes

Fazenda de café em Presidente Venceslau


Sitiantes japoneses em Presidente Prudente

Madeira, navegação e ferrovia



Cais do porto: antes de ser distribuída nos grandes centros ourbanos, a madeira bruta ou semi-beneficiada era conduzida para as serrarias de Epitácio ou de cidades próximas .








Carregamento de madeira da Estrada de Ferro Sorocabana, terminal de Presidente Epitácio






quarta-feira, 14 de abril de 2010

A Antiga Rodoviária de Sampa

Terminal rodoviário da Luz nos anos 1970. A plataforma da Andorinha é a terceira escada de acesso.


A antiga Rodoviária de São Paulo sempre foi um lugar especial para quem deixou o interior para fazer a vida na Capital. Lugar de encontros e desencontros, alegrias e tristezas, surpresas e decepções. Era lugar de passagem para inúmeros lugares do Brasil e também de milhares passagens emitidas nos guichês nos quais as pessoas se inclinavam com muita expectativa para fazer aquelas perguntas comuns, porém carregadas de emoção:

- Tem passagem?

- A que hora chega o ônibus ?


Fins-de-semana, feriados, férias, período de festas de final de ano. Rodoviária cheia e milhares de pessoas estranhas num vai e vem de malas e bagagens de compras. Quem passava por ali sempre se perguntava: de onde vem e para onde vai tanta gente? Quem são todas essas pessoas cujos rostos desconhecidos não dizem nada sobre os meus amigos , vizinhos ou companheiros de trabalho?

Mas na plataforma de embarque da Andorinha ou da Motta essa sensação podia ser desfeita para os viajantes interioranos. Na medida que se aproximavam os horários de saída ou chegada dos ônibus apareciam também alguns rostos que não eram mais estranhos. Eram os que vinham trazer alguém que ia embarcar ou então esperar por alguém que estava chegando. Nesses instantes as fisionomias sérias mudavam com pequenos sorrisos, daqueles que surgem no rosto de quem reconhece alguém que não via há muito tempo. Troca de sorrisos, depois um aceno e, dependendo do grau de intimidade, uma conversa bem gostosa sobre tantas coisas. Tinha conversas que terminavam logo na porta do ônibus. Outras eram tão compridas que duravam toda a viagem de oito horas, entre São Paulo e o Porto Epitácio, a última cidade da rodovia Raposo Tavares. Era uma forma de matar o tempo e a saudade, de saber das últimas notícias e principalmente das pessoas.

Quem nunca passou pela antiga Rodoviária de Sampa, pelo Terminal do Tietê ou da Barra Funda?

Quem nunca encontrou alí um velho amigo ou um conhecido do interior ?

Quer sentar no corredor ou na janela?